quarta-feira, 18 de novembro de 2009


Beba e cante
Nesse lugar de ninguém
Brindar a deuses de papel
Sou escritor sem fantasia
Mais um gole
Mais uma poesia
Entorpecido de sentimentos
Sem falas
Sem rimas
Voando nesse universo sem asas
Novos sonhos
Doce ilusão
Tente acreditar
Tente falar
Silêncie seu olhar
Sua voz é intendível
Linguagem de ninguém
Beba mais uma vez
Escreva sobre o nada
Leve me para casa
Nessa estrada para lugar nenhum
Poeta da chuva
Do inverno sem primavera
O vinho sem um cálice
Uma boca sem um beijo
Papel sem palavras
Amargo desejo
Sonho sem fim...



(16/02/09)

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