
Quantos já se forão?
Quantos mais se vão?
Quanto é realmente preciso?
Qual o preço do perdão?
Quanto vale sua alma?
E sua vida? Quanto vale então?
Sem sim, sem não
Sem glória, sem coração...
Pinte um retrato
Fotografe o abstrato
O céu na terra
Um mar no céu...
Sua escrita, toda sua dor
Sem lágrimas para o capitão
O senhor sem destino
Apenas a viagem
Apenas o caminho
Rei do frio, Rei dos tolos
Esquece de respirar
Esquece de esquecer
Terra sem deuses
Poesia sem rima
Não vale, não importa
Seco, sem vida
Sem uma mira
Sem uma direção...
Encarar o abismo
Dar o próximo passo sem saber
Dói sem doer
Sabe sem saber
Fala sem falar
Morre sem morrer...
Doce, doce vida
Gira, doce ilusão
Ah essa roda da vida
Brinca sem emoção
Então silência
Mas fica a ouvir
Uma bela melodia
Uma chuva sem fim
Mas não pode
Não deveria...ser assim...
O fim!?! Nunca foi para mim
É sem ser!
Sem saber
Fluxo eterno, sem entender
Como tem que ser!...ou não...
Mas será...
Será assim!...
.
.
.
(25/05/08)

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